É uma dor diária
É a ânsia de um futuro
E o pânico de viver o mesmo.
É a culpa de não estar
A ânsia de quando estiver
E a frustração quando estou.
Isto parece um jogo de palavras
Mas é uma roda viva de emoções.
A mágoa que sinto não padece de palavras
É flamejante e só acalma quando não penso sobre ela.
Dói sentir, dói pensar
Mas dói mais se pronunciar...
Por isso não o digo, contudo sinto
E cada vez que sinto, dói!
Sei que quando sentir a maior das dores
Vou também conhecer a liberdade...
E vou sentir culpa! A culpa que sempre senti
A culpa que me invade sempre que penso em ti...
A culpa que sei que não tenho, mas não deixo de sentir!
Dói-me saber que a tua ausência me libertará!
Mas já sei e culpo-me por saber que é verdade...
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