E estou na minha cama de pijama vestido,
Pego na caneta e no papel
E pinto estrofes sem pincel.
No ouvido, as gotas da chuva e as notas do piano
Escrevo coisas às vezes com pouco ou nenhum nexo
E por vezes, sem brincadeiras e mesmo sem rimar
Digo aquilo que penso, que sinto e me está a magoar.
A chuva continua a cair
E eu que gosto tanto de escrever
Aproveito enquanto não brilha o sol
Para escrever na minha cama embrulhada no lençol.
A luz da cabeceira marca presença
Num escuro que às vezes assusta
Mas a luz nem sempre ilumina o suficiente
Não há luz que se acenda e apague o que se sente...
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