Fazes falta quando não vensChateias quando estás cá
Chuva que pingas ou que cais sem dó
Umas vezes és boa
Outras vezes és má!
Umas vezes chuviscas
Outras tornas-te granizo
Vens quando queres
Faltas quando é preciso.
Chuva que mal se vê
De tão incolor que és
Vejo-te no teu movimento
Sinto-te nos meus pés.
Chuva que molhas
Ou chuva que encharcas
Quando insistes em cair sem dó
Chegas a deixar marcas…
Vens quando queres
E vestes-te como bem te apetece
Podes vir de bolas de gelo
Ou em gotas que humedece.
Chuva que pingas ou que cais sem dó
Acalma-te um bocadinho
Que quero sol e forrobodó.
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